segunda-feira, 22 de setembro de 2014
segunda-feira, 8 de setembro de 2014
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terça-feira, 26 de agosto de 2014
segunda-feira, 25 de agosto de 2014
Hino de Mato Grosso - Sebrae. Vídeo / letra
Mato Grosso. Lugar bom de viver.
Hino com Letra
Hino de Mato Grosso
Hinos de Estados
Limitando, qual novo colosso
O ocidente do imenso Brasil
Eis aqui, sempre em flor. Mato Grosso
Nosso berço glorioso e gentil
Eis a terra das minas faiscantes
Eldorado como outros não há
Que o valor de imortais bandeirantes
Conquistou ao feroz Paiaguás!
Salve, terra de amor, terra do ouro
Que sonhara Moreira Cabral!
Chova o céu dos seus dons o tesouro
Sobre ti, bela terra natal!
Terra noiva do Sol! Linda terra!
A quem lá, do teu céu todo azul
Beija, ardente, o astro louro, na serra
E abençoa o Cruzeiro do Sul!
No teu verde planalto escampado
E nos teus pantanais como o mar
Vive solto aos milhões, o teu gado
Em mimosas pastagens sem par!
Salve, terra de amor, terra do ouro
Que sonhara Moreira Cabral!
Chova o céu dos seus dons o tesouro
Sobre ti, bela terra natal!
Hévea fina, erva-mate preciosa
Palmas mil, são teus ricos florões
E da fauna e da flora o índio goza
A opulência em teus virgens sertões
O diamante sorri nas grupiaras
Dos teus rios que jorram, a flux
A hulha branca das águas tão claras
Em cascatas de força e de luz
Salve, terra de amor, terra do ouro
Que sonhara Moreira Cabral!
Chova o céu dos seus dons o tesouro
Sobre ti, bela terra natal!
Dos teus bravos a glória se expande
De Dourados até Corumbá
O ouro deu-te renome tão grande
Porém mais, nosso amor te dará!
Ouve, pois, nossas juras solenes
De fazermos em paz e união
Teu progresso imortal como a fênix
Que ainda timbra o teu nobre brasão
Salve, terra de amor, terra do ouro
Que sonhara Moreira Cabral!
Chova o céu dos seus dons o tesouro
Sobre ti, bela terra natal!
sexta-feira, 22 de agosto de 2014
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sábado, 7 de junho de 2014
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sábado, 17 de maio de 2014
O PROFESSOR, O POLÍTICO E A SERPENTE DO CERRADO. Um conto cômico. prrsoares
O PROFESSOR, O POLÍTICO E A
SERPENTE DO CERRADO
Um
professor no auge do seu estresse resolveu tirar seus dias de férias por
direito legal no interior do cerrado de Mato Grosso. Até então, tudo planejado
nos mínimos detalhes. Natureza, ar puro, paz interior e exterior. Um descanso
total era tudo o que ele esperava encontrar. A pousada era reservada e bem
rústica, mas dentro de suas possibilidades financeiras. Um frigobar recheado de
coisas boas (a pagar) e uma televisão com 41 canais estavam à sua disposição. Logo em frente, havia outra pousada, um pouco
mais chique. Frigobar, televisão com canais por assinatura e internet banda
larga 4G ilimitada, estavam à disposição de quem a reservasse. Tudo do bem e do
melhor. Pelo zum zum zum das línguas falantes, estava ocupada por um político
da capital Cuiabá que também estava no gozo de suas férias tão merecidas.
No
lado de trás da pousada, a uns 300 metros, havia um bananal, recheado de folhas
secas e um pouco de umidade da chuva que ainda havia caído dois dias atrás. Num
cantinho escuro e aconchegante estava em seu merecido repouso uma serpente,
sutil, sagaz e muito esperta. Na verdade, Já estava com fome, pois sua última
refeição fora há três dias, um suculento e delicioso gambá.
Dia
seguinte, o professor resolveu fazer um passeio levando consigo uma garrafinha
de água, um sanduíche de frango e um livro, mas ao sair da rota da trilha, se
perdeu. Resolveu então parar pra relaxar e
pensar como encontrar o caminho de volta. Sentou-se ao lado de um grande
pé de Pequi e como ainda era cedo, começou a folhear seu livro.
Nesta mesma manhã, o político também resolvera
fazer um tour pela redondeza. Óculos de sol, água mineral, chapéu de couro de
jacaré, repelente e protetor solar. Assim como o professor, o político também
se perdeu e ao olhar para a sua frente estava lá, o professor, sentado, lendo
alguma coisa. O Político aproximou-se e ambos começaram a conversar e ver como
encontrariam a solução para achar o caminho de volta.
Nesse
momento, a cobra/serpente apareceu e percebendo que ambos estavam perdidos, se
prontificou a ajudá-los. Olhou-os nos olhos e disse: eu os levo aonde querem,
mas exijo uma recompensa. O professor pensou e respondeu à cobra: O que fazes
aqui sozinha? Onde estão seus pais? Você não deveria estar estudando os
ensinamentos sagrados das serpentes ? A cobra então respondeu: Eu já nasci esssperta!
O professor perguntou: o que eu, um
simples professor posso te dar em troca desse tão grande favor? A cobra com
toda sssutilieza e sssagassidade sssuspirou e respondeu: senti um cheiro forte
de frango frito. Me dê seu ssssanduíche e estamos quites. O professor não
pensou duas vezes e entregou seu sanduíche de frango frito à cobra que o
devorou de uma só vez. Após limpar a boca com sua língua afiada a cobra olhou
para o político e ele, se achando muito esperto prometeu meio mundo de delícias
para a cobra sagaz . O político a olhou-a mais uma vez e disse: disse: Só lhe
entrego essas delícias quando chegarmos à posada. A cobra sssussspirou e
indagou: não vai me enganarrrrr? Olha bem pra mim! disse o político com ar
sinistro. Acha que não sou capaz de cumpri o que prometi? A cobra concordou com
os dois e seguiu em direção à pousada, mas pediu que o professor ficasse por
último e o político bem atrás dela. Já chegando perto da pousada ambos
avistaram a antena da tv por assinatura. Foi uma alegria só! A cobra olhou para
o professor e disse: corre, vai á luta! a casa é sua. Nesse momento o político
tentou escapar de fininho, pois não tinha o que prometeu, mas a cobra o segurou
com seu rabo forte e disse: cadê as delícias que você me prometeu? O político tentou de todas as formas
persuadi-la a entrar em acordo consigo, mas não conseguiu. A cobra o engoliu
aos poucos, e sufocado, ele gritava: eu prometo, vou cumprir o que te falei, só
deixa eu ligar pro meu assessor. Foi em vão. A cobra o devorou como se fosse a
última bolacha do pacote e olhando para o professor disse: SSSSSS! ssssou que nem ele. SSSó sssei
sssser o que sssssou.
Raimundo
Soares de Andrade
Rondonópolis,
MT, 17/05/2014
quinta-feira, 15 de maio de 2014
PROFESSORES, permaneçam firmes! ( Uma resposta ao artigo “PROFESSORES, acordem” de Gustavo Ioschpe)
PROFESSORES, permaneçam
firmes! ( Uma resposta ao artigo “PROFESSORES,
acordem” de Gustavo Ioschpe)
Não
me comove, pelo contrário, me leva a refletir e até em parte me constrange e me entristece o artigo escrito por Gustavo Ioschpe ( Professores , acordem)
publicado pela Revista Veja em maio de 2014 . Felizmente há muitas verdades
contidas nele. Valei-me jesus! O que isso meu deus ? Pra modi quê tudo isso? Recuso-me
a acreditar e concordar piamente com tal economista que ventura em suas
palavras EXPOR, nos expor, me expor a um tipo de “FARRANCHO” sem conhecimento total das realidades
educacionais em suas indagações, coisa que não pode ser levada
como verdade absoluta.
“A imagem que vocês vendem não é a
de profissionais competentes e comprometidos, mas a de coitadinhos, estropiados
e maltratados” (IOSCHPE, Gustavo, 2014) Ouso perguntar: quem
vende tal imagem? Os professores, os alunos, a escola, os governos ou PORFIADORES,
tais como as emissoras de televisão, as revistas, os jornais ou os sites sensacionalistas
que visam obter lucros em cima de nossos sonhos e necessidades de melhorias?
Porque cada ato, cada manifesto, cada greve é um prato cheio para quem vê tais
ações com olhares NEFASTOS e intencionais.
Não
me assusta saber que mais um, em meio a tantos outros, pensam que a educação é
um circo. Será que nós professores “Protagonistas desse palco”, somos então palhaços?
Atrevo-me a dizer que mesmo assim, a plateia ri e cresce em cultura e
conhecimento, até porque o circo é um lugar de diversão e envolvimento, e digo
mais, levado muito a sério pelos circenses. Não podemos tratar com indiferença
“o desrespeito pelo profissionalismo educacional”. Faz-me pensar como se o ENSINAR
fosse uma arte direcionada àqueles que não tem muitas opções na vida. Pelo
contrário, ensinar é a vida em arte. Temos sim profissionais extremamente
competentes e compromissados que prezam pelo bom ensino e pela boa reputação
educacional.
Vale ressaltar que tanto a valorização
profissional, quanto a formação continuada dos profissionais da educação como
consta na Lei
nº 101729 de janeiro de 2001 do Plano Nacional de Educação deve ser
encarada com seriedade por todos que almejam um ensino eficiente. Essa tarefa,
não é exclusiva de um poder, de um representante, de um professor, de um
economista, mas da sociedade em geral que almeja esse ensino de qualidade.
A melhoria na educação depende também até daqueles sujeitos que nunca ficaram
em uma sala de aula e nem tão pouco terão esta uma experiência. Porque se
houver contribuições positivas de tais pessoas, serão bem vindas, caso
contrário, como diz o ditado popular “Boca fechada...não entra mosca” nem sai besteira. Falar sobre a educação sem
nunca ter passado por uma sala de aula com 35 alunos num calor insuportável de
40 graus é o que dizer que sabe o que é passar fome sem nunca ter tido uma experiência
assim.
(Professores, acordem) Se DORMIR, conforme o dicionário
português é “ entrar ou estar em estado
de sono” “Adormecer” e SONO é repouso
total do corpo“ Falta de vontade de Agir, Moleza” , logo me vem em à mente a palavra INÉRCIA, o
estado da falta de ação do movimento. Mas, lutar pelos nossos direitos e sonhos
não significa estar acordado, em ação? Vejo que no fundo, o que querem mesmo é
nos injetar um sonífero que nos torne sensível e aceptível a qualquer proposta
que vem de cima e que a uma só voz todos digam: ASSIM SEJA! Não é isso que
queremos e nem é isso que somos.
Em relação aos quatro pontos mencionados por
IOSCHPE ouso indagar:
1-Sem
essa de vítimas. Somos sujeitos da transformação da nação brasileira que merecem
respeito e dignidade como qualquer cidadão e como qualquer outro profissional
competente. É uma questão de direito legal. Nosso papel é não aceitar derrotas.
2- Pelo que entendo de educação, as vivências
e experiências (empíricas ) tornam a educação um ensino de qualidade e está inserida dentro do próprio
PPP( Projeto Político Pedagógico) de qualquer unidade escolar. De onde vem mesmo
essa ideia que menosprezamos o empirismo? No que consta esse embasamento?
3- Pensei que expor a realidade nua e crua da
educação brasileira fosse um tipo de envolvimento para com a sociedade. Será
que estamos enganados por nos expor
tanto?
4- Quisera eu e todos os demais profissionais
da educação desse país tivessem salários
tão bons quanto o de muitos outros profissionais, até mesmo parecidos com o de
certos economistas. Obsessão é um tipo de perseguição da qual NÓS,
profissionais da educação e outros sofremos. Calar-nos, é o sonho de muitos que
vivem em suas vidas numa BAZÓFIA sem igual.
“O respeito da sociedade não virá
quando vocês tiverem um contracheque mais gordo. Virá se vocês começarem a
notar suas próprias carências e lutarem para saná-las, dando ao país o que
esperamos de vocês: educação de qualidade para nossos filhos”. (IOSCHPE,
Gustavo, 2014) Nosso respeito virá, quando nos respeitarem como cidadãos
dignos de puro respeito, porque isso é bom e faz bem. Afinal, colhe-se trigo
quando se planta trigo. Colhe respeito quem semeia respeito. Colhe educação
quando se investe em educação.
Raimundo Soares de Andrade é Coordenador
Pedagógico da Escola Eunice Souza dos Santos. E-mail: prrsoares@hotmail.com
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